Plano de Marketing Digital: as 4 mídias do InboundPR

Plano de Marketing Digital: as 4 mídias do InboundPR

Quando o assunto é plano de marketing digital, surgem muitas dúvidas sobre por onde começar: ações nas redes sociais ou site? Investir em campanhas de publicidade? Focar somente no online?

A primeiríssima coisa que você precisa fazer, na verdade, é revisar ou definir os seus objetivos de negócio. Afinal, uma estratégia de marketing digital que começa em ações ou campanhas, pode até ser tática, mas não é estratégica!

No momento que você tem uma estratégia de negócios claramente definida, você está pronto, então, para ir para o marketing. Daí, é hora de olhar para as 4 mídias do InboundPR. Atuar um pouquinho em cada uma dela fará toda a diferença em seu plano de marketing digital.

Outro ponto importante é virar a chave para a comunicação all-line. No mundo dos negócios estar all line significou uma mudança gigantesca no comportamento do consumidor – e, consequentemente, das marcas. Pensar nas 4 mídias significa pensar no consumidor onde ele está: e ele está nas redes sociais, mas também está offline: nas ruas, nas lojas, e ainda é impactado por mídias tradicionais também.

Hoje, podemos estar dentro de uma loja avaliando as características do produto que está na nossa frente, enquanto pesquisamos na internet o mesmo produto em outras lojas virtuais, fazendo comparações com a concorrência sem sair do lugar. O conceito de concorrência mudou. De repente, a loja ao lado já não é seu maior concorrente, mas sim os smartphones nas mãos de cada cliente em potencial que visita sua loja. É como se a loja do concorrente estivesse dentro da sua.

É assim que tomamos decisões de compra e que os negócios perceberam a necessidade de construir uma presença de marca all-line, onde o on e o offline precisam andar juntos, estar sincronizados e conversando muito bem entre si.

 

Plano de marketing digital: dedique-se às estratégias all-line

Fazer um plano de marketing digital é sinônimo de trabalhar o all-line, para que você consiga desenvolver o marketing definitivo. Embora o termo definitivo na era digital pareça um contrassenso, o importante é entender que o marketing tradicional não mudou.

Desde sempre trabalhar uma estratégia de comunicação, marketing e vendas de forma integrada é um objetivo valioso para as empresas. Porém, não existia uma metodologia que atendesse essa necessidade e, quando criamos o InboundPR, inspirado na metodologia do Inbound Marketing, essa possibilidade passou a ser cada vez mais concreta porque a comunicação passa a ser Sincronizada, combinando relacionamento com atingimento dos resultados de negócio.

Entenda o poder das 4 mídias

 

Para estabelecer o melhor plano de marketing, você precisa entender o papel de cada uma das 4 mídias: própria, social, espontânea e paga. O conceito do all-line se torna fundamental porque o público que você quer atingir pode até não estar na internet, mas os influenciadores dele certamente estão. Para comunicar o valor de uma marca, produto ou serviço, você precisa atingir as suas personas em todos os pontos de contato: desde o site mobile, a loja física ou o melhor amigo dela.

Conheça as 4 mídias:

São as personas que dirão onde uma marca deverá estar presente – e não os gestores da comunicação estratégica. É essencial entender quem são e ouvir os seus melhores clientes, para  saber onde, como e em que momento há mais chances deles consumirem os conteúdos de uma marca e gerar resultados em vendas.

Faça download e acesse o Canvas da Comunicação.

O melhor plano de marketing só acontece quando a sua empresa atua nas 4 mídias, e é por isso que são elas a base do trabalho de InboundPR. Mas, para gerar resultados, você não pode pular etapas e, primeiro, precisa entender o papel de cada mídia na comunicação sincronizada.

 

Mídia Própria (Owned Properties)

 

“Conteúdo é patrimônio digital”  – Ariane Feijó, Fundadora da Otimifica.

Todo o conteúdo produzido por uma empresa e disponibilizado na Web é patrimônio digital desta organização. Tão importante quanto o patrimônio físico, é ele que construirá a reputação digital do seu negócio.

É por isso que ele é a base das demais mídias, ou seja, a mais importante de todas. O conteúdo produzido por uma marca precisa ser original, autoral e relevante. Precisa falar a língua das personas para que encontrem este conteúdo ao realizar buscas no Google – ou em qualquer outra ferramenta de busca na web.

Podemos caracterizar como mídia própria:

  • Website da empresa
  • Blog
  • Landing Pages
  • Publicações, catálogos e materiais disponibilizados para download
  • Eventos, palestras, seminários e mesas redondas
  • Cursos
  • Vídeos
  • Produção gráfica – imagem e ilustrações autorais
  • E-mails

Mas não são apenas as propriedades digitais que formam a reputação de uma empresa. A mídia própria também é composta pelas propriedades offline, como: programas de responsabilidade social, livros e anuários, eventos proprietários, ações de live marketing e tudo aquilo que envolve interação olho no olho e deixa nos consumidores uma memória de marca.

Reputação é uma coleção de memórias de marca difundidas pelas personas – e essas memórias não têm forma física ou digital. Elas são um registro exato e intangível da experiência das pessoas com a marca.

 

Mídia Social (Social Platforms)

 

As redes sociais funcionam como embaixadoras da marca e são grandes aliadas na estratégia de comunicação. É através delas que você amplifica o alcance dos conteúdos produzidos pela sua empresa.

Lembre-se, no entanto, que “rede social é casa alugada” e enxergue essa mídia como ela realmente é: plataformas que pertencem a outras empresas, que cederam esse espaço para que o seu negócio converse com o seu público em um ambiente mais neutro e democrático do que os canais da sua própria marca.

É no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter, Snapchat, Pinterest, Youtube, Google+ e tantas outras redes sociais mais segmentadas, que uma marca tem a chance de conversar com suas personas de forma mais leve e descontraída, menos “vendedora” e mais próxima do consumidor. Por isso a mídia social se torna a queridinha das mídias e o foco da estratégia de comunicação de tantas marcas – mas, lembre-se: antes de social, conteúdo próprio primeiro.

 

Você já baixou o Template Otimifica para Produção de Blogposts? Essa ferramenta vai orientar você a produzir conteúdos com estrutura consistente e otimizados para ferramentas de busca.

Utilizando o espaço das redes sociais, uma marca concorda em seguir os termos e condições de uma outra empresa e, se em um determinado momento uma rede social decidir parar de mostrar conteúdos de marcas, você pode perder todo o investimento colocado na presença em redes sociais. Todo o dinheiro, mas também aquelas horas de estratégia para definir o melhor post e o melhor horário de postagem – tudo pode literalmente sumir do mapa.

Por isso, diminua esse risco investindo, primeiro, no seu patrimônio digital – a sua mídia própria -, amplificando estes conteúdos para as mídias sociais e pensando em campanhas que gerem impacto agora e no longo prazo.

Mídia Espontânea (Earned Media)

 

A mídia espontânea é onde toda a marca quer chegar. É aquela que valida todo o esforço em mídia própria, marketing e qualidade do serviço que a sua empresa vem investindo até então.

Sabe aquela matéria tão sonhada sobre a sua marca, publicada em uma revista online do segmento da sua empresa? O trabalho de um assessor(a) de imprensa é o que você precisa para consegui-la.

A assessoria de imprensa é a rainha da mídia espontânea, pois é esse trabalho que aumentará as chances da sua marca obter inserções em veículos, sites, blogs, jornais, revistas e publicações que são interessantes para o seu negócio. Um jornalista apresentando a sua empresa dentro de um veículo importante, em um contexto de mercado, pode causar um grande impacto positivo para o seu negócio.

Mas atenção: as inserções obtidas em veículos através do trabalho de assessoria de imprensa são gratuitas, ou seja, é bastante diferente de pagar para ter um espaço da sua marca em uma revista ou jornal. Inserções pagas em veículos também existem, mas são chamadas de Publieditoriais e entram na categoria de “mídia paga”, e não espontânea.

Podemos caracterizar como mídia espontânea:

  • Matérias e entrevistas em veículos especializados, que carregam um grande potencial de atingir audiências mais segmentadas. Ajudamos você a identificar esses veículos especializados nesse texto.
  • Guest posts, publicados em blogs do setor ou indústria onde o seu negócio atua;
  • Publicações no Linkedin Pulse: consideramos o Pulse, diferente da timeline do Linkedin, como uma forma de gerar mídia espontânea. Se você incluir ao final do seu post no Linkedin um link para o seu site ou blog corporativo, ele gera um backlink, que é contabilizado pelo Google como mídia espontânea.
  • Conteúdos co-branded, ou seja, desenvolvidos em parceria com outras empresas, que podem ser parceiros ou fornecedores do seu negócio.
  • Menções por influenciadores ou embaixadores de marcas também são ótimas fontes de mídia espontânea que geram grande visibilidade para as empresas, contanto, claro, que estes influenciadores tenham uma comunidade razoável de seguidores.

A mídia espontânea “amarra” e valida a estratégia all-line de uma marca, ajudando-a a construir confiança junto à audiência, aumentando o engajamento de pessoas com a marca e, inclusive, ajudando a fidelizar clientes.

Mídia Paga (Paid Media)

 

A mídia paga é a cereja do bolo na estratégia de comunicação nas 4 mídias. Aqui, falamos do investimento de uma marca em anúncios digitais, como o Google Adwords, Facebook Ads, Instagram Ads, Twitter Ads e anúncios no Youtube, mas a publicidade off-line também faz parte da presença all-line.

Como referimos na primeira parte deste post, é a cereja do bolo: para que funcione como deve, é preciso que o bolo, ou a atuação nas outras 3 mídias, esteja em ação e de forma equilibrada.

Imagine que você está produzindo conteúdo autoral que é interessante para os consumidores da sua marca – ou seja, construindo relevância para o seu negócio. Você já tem uma estratégia de produção de conteúdo para as suas personas nas mídias própria, social e espontânea e, agora, precisa alcançar mais pessoas com esse perfil e que se interessem por esse assunto. É um bom momento para começar a investir em anúncios pagos dirigidos para a sua audiência.

A melhor ideia é começar pelo Adwords, pois o Google é a base de 90% das buscas na internet hoje. Nele é possível trabalhar as palavras-chaves mais importantes para o seu negócio e amplificar os conteúdos da sua marca através de anúncios de texto e também gráficos, marcando a sua presença na primeira página de buscas do Google e em sites parceiros dele, pela rede de display de anúncios.

São exemplos de mídia paga digital:

  • Anúncios no Google Adwords;
  • Anúncios em redes sociais, como o Facebook e Linkedin;
  • Embora em desuso, ainda são utilizados Banners em alguns portais. Este tipo de publicidade vem sendo cada vez mais substituída por conteúdos publieditoriais ou por publicidade nativa (native advertising). Ferramentas como o AdBlock bloqueiam 100% de banners em portais, tornando esta mídia inefetiva. E a razão é óbvia: as pessoas não vão ao Google para procurar anúncios ou banners publicitários, e sim conteúdo.

Mas e a mídia paga off-line, morreu?

Apesar de serem bem mais caros que a mídia paga online, os anúncios em veículos impressos, como jornais, revistas, publicações, e da grande mídia, como TV e rádio, não morreram e não vão morrer. Eles servem para consolidar o trabalho das marcas, amplificando-as para um grande público, porém menos segmentado.

Uma outra forma de investir na construção de reputação de marca no off-line é a inserção paga de artigos produzidos sobre a sua empresa em veículos especializados que atinja um público interessante para o segmento do seu negócio.

Não é toda empresa que possui o budget ideal para investir em anúncios off-line, devido ao alto investimento. Mas nem sempre é a quantia investida em anúncios que aumentará a eficácia deles, mas sim a estratégia de comunicação da sua empresa. Sem estratégia, o investimento em mídia paga não trará retorno sobre o investimento – e isso vale para a mídia paga on-line ou off-line.

Um plano de marketing digital, baseado em uma estratégia all-line, acontece quando você combina as forças dessas 4 mídias. Cada uma com sua função específica impulsiona o trabalho de todas e resulta na entrega da mensagem da sua empresa de forma ótima e eficaz, gerando resultados de negócios.

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