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Software de automação de marketing: você realmente precisa de um?

Software de automação de marketing: você realmente precisa de um?

Software de automação de marketing: você realmente precisa de um?

O mundo digital está recheado de ebooks, fórmulas e respostas prontas para ter sucesso, gerar muitos leads e vender como nunca antes com ferramentas de marketing. De fato, há muitas alternativas acessíveis e que geram resultados.

Você já parou para se perguntar se o software de automação de marketing é mesmo o primeiro passo para o seu sucesso?

Adotar estratégias de marketing digital que vão converter leads em clientes é um conjunto de processos e estes devem ser pensados e avaliados com cuidado. Preparamos uma lista para ajudar você a refletir sobre este processo.

 

4 perguntas que você precisa responder antes de contratar um software de automação de marketing:

 

1. GESTÃO: quais os objetivos de negócio da sua empresa?

O bom e velho planejamento estratégico não é substituído pelo Canvas, mas sim agilizado e complementado por ele. Você precisa, sim, refletir sobre o seu negócio e onde quer chegar – isso é a essência do planejamento estratégico. Sem isso, nenhuma estratégia de marketing, digital ou não, trará resultados. Além de definir onde quer chegar, você precisa revisar periodicamente o avanço do seu negócio. Contratar serviços como o SEBRAE ou consultores de negócio, com formação em administração, é um passo importante.

2. PROPÓSITO: qual o propósito do seu negócio?

Propósito não é mais uma buzzword do marketing. Ele é o novo produto. Você precisa entender que soluções entrega para as pessoas e o que isso representa na vida delas. Propósito é aquilo que conecta empresas com pessoas, independente da venda. Ele existe antes e depois da venda, e é o que constrói relacionamento e acelera o processo comercial. Entender o propósito também é uma construção, composta de 3 partes:

a. entender a essência do negócio;

b. entender as soluções que entrega para os seus potenciais clientes;

c. traduzir o seu propósito em uma história que conecte com a história dos seus clientes.

3. PESSOAS: com quem você está falando?

Ter claro os problemas que a sua empresa resolve e para quem é um componente do propósito. As pessoas são quem faz empresas e negócios existirem. Por isso você precisa personificar os seus públicos, pensar em personas. Depois você precisa também entender o que conversar com elas, quando e em qual contexto. O nosso Canvas da Comunicação é uma ótima ferramenta para ajudar nisso. Baixe grátis!

4. MÉTODO: quais os caminhos que o seu cliente segue para se relacionar e comprar de você?

Ter um método não implica ter uma ferramenta. Você conhece os estágios de compra dos seus clientes? Pense no seu negócio como uma loja em um Shopping. Para fazer uma compra, seu cliente precisa:

  • sair de casa,
  • enfrentar o trânsito,
  • estacionar,
  • caminhar até a loja,
  • optar o que quer comprar,
  • pagar e então
  • sair da loja.
  • Se o atendimento for bom, ele volta.

 

Agora faça um paralelo com o comportamento digital:

  • quais são as etapas as pessoas tem de fazer para chegar até a compra do seu produto ou serviço?
  • Será que o seu processo comercial e a abordagem de vendas estão estruturados e validados?

É preciso definir estes caminhos para entender em quais estágios a estratégia de marketing precisa ser mais assertiva. Caso contrário o seu marketing vai trabalhar só para atrair pessoas ao seu negócio, ou só curtidas nas redes, ou outro objetivo que não traz resultados de fato – como vendas, que é o motivo de um negócio existir. Pense nisso.

Software de automação de marketing: 4 dicas para escolher o parceiro perfeito <3 #deumatch

Agora que você refletiu sobre tudo isso é hora de pensar em uma estratégia de marketing digital que inclua a ferramenta de automação de marketing mais recomendada para o seu momento de negócio. Para escolher, busque parceiros com as seguintes características:

1. Que tenham histórias de sucesso comprovadas para contar.

Um histórico de clientes e utilização de pelo menos mais de uma ferramenta de automação e diferentes CRMs mostra visão de negócio e de marketing. Isso possibilita que o parceiro indique para você o melhor software de automação para o seu negócio. A Resultados Digitais disponibiliza um marketplace incrível!

2. Que vivam a máxima “Casa de Ferreiro, Espada Ninja na Vitrine”.

Essa frase da RD diz muito sobre como devem ser os profissionais que implantam marketing digital atualmente. É fundamental que o seu parceiro utilize a estratégia que está vendendo para você dentro da própria empresa. Inbound não se faz na teoria e, sim, na prática.

3. Que caminhem na mesma direção que você.

Você nunca vai ter resultado trabalhando com parceiros que tem valores muito diferentes dos seus. O processo de criação de personas vale também para a seleção de fornecedores: que postura, que comprometimento e que fit cultural deve ter o seu parceiro? Compartilhe sempre os valores da sua empresa para garantir que os seus parceiros estejam alinhada com os objetivos do seu negócio. Este é o ponto de partida para a construção de bons relacionamentos – tanto com fornecedores, quanto com clientes.

4. Que se coloquem ao seu lado, e nunca abaixo ou acima de você.

Não, o cliente nem sempre tem razão. Mas ninguém conhece do seu negócio tanto quanto você. A menos que você trabalhe muitos anos com uma agência ou consultoria, dificilmente o seu parceiro de marketing vai saber tanto do seu negócio e do seu propósito quanto você. Mas ele deve saber muito mais do que você sobre estratégias e ferramentas de marketing. Combinar conhecimento técnico com conhecimento de negócio é o caminho do sucesso. E isso é uma parceria, não uma relação de subordinação.

Quer descobrir se o seu negócio está pronto para automatizar o marketing? Peça uma avaliação!

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SEO e Google: Entendendo a relação entre o Google e o SEO do seu site

SEO e Google: Entendendo a relação entre o Google e o SEO do seu site

SEO e Google: Entenda a relação deles com o seu site

SEO e Google são dois lados da mesma moeda quando o assunto é obter ranqueamento orgânico e ser encontrado na internet.

SEO significa Search Engine Optimization, ou seja, otimização para ferramentas de busca. É um conjunto de técnicas que consiste na melhoria de sites para que sejam encontrados nas primeiras posições de buscas feitas no Google – ou outras ferramentas de busca, como Yahoo e Bing.

As técnicas de SEO tem foco no ranqueamento orgânico nestas ferramentas. Isso significa que ao investir em um bom trabalho de SEO você evita ter que começar pagando publicidade. É um trabalho que leva algum tempo, porém compensa muito!

Para entender o funcionamento do SEO no seu site é importante entender como o Google funciona e o que ele realmente faz:

Entendendo o Google: como ele funciona?

Ferramentas de busca como o Google seguem links, de uma página da web para outra. O Google consiste basicamente em rastreadores (crawlers), um índice e um algoritmo, e são os rastreadores da ferramenta que seguem os links pela web.

Esses rastreadores fazem uma varredura durante 24h por dia, 7 dias por semana, em todo a internet e salvam a versão HTML de todas as páginas de um site no gigante banco de dados do Google, chamado de índice, ou index. Esse índice é atualizado toda vez que o rastreador do Google revisa as páginas de um site, e a última versão atualizada é salva. Dependendo do tráfego de visitas em um site e da quantidade e frequência de mudanças realizadas nele, os rastreadores do Google o visitam com maior ou menor frequência.

Para que o Google reconheça a existência de um website, ele primeiro precisa encontrar um link para este novo site dentro de uma outra página da web já rastreada por ele, que já esteja em seu índice e banco de dados. Se os rastreadores seguirem o link através de uma página já conhecida por eles, ocorrerá a primeira sessão de rastreamento nesse novo site, e os dados deste serão salvos no índice do Google. A partir deste momento, o site pode aparecer nos resultados de busca do Google.

O algoritmo secreto do Google

Depois de indexar o novo site, o Google pode mostrá-lo nos resultados de busca mas, para isso, a ferramenta tenta combinar uma determinada consulta de busca com páginas da web indexadas no seu banco de dados. Para fazer isso, o Google possui um algoritmo específico, que decide quais páginas serão mostradas no resultado da busca e em qual ordem específica. No entanto, como esse algoritmo funciona é um segredo, pois ninguém sabe ao certo os exatos fatores que decidem as ordens das páginas nos resultados de pesquisa.

Isso acontece pois o algoritmo do google não é estático, ou seja, ele sofre mudanças regularmente. Os fatores que determinam a ordem e a importância dos diferentes fatores analisados pela ferramenta de busca mudam com bastante frequência. Apesar do algoritmo ser secreto, o Google comunica quais são os fatores importantes para determinar o posicionamento das páginas. No entanto, não é possível saber a ordem de importância dos fatores e nem se o Google comunica TODOS eles. São o teste e a experimentação que fornecem o conhecimento relativamente bom quanto a importância dos fatores e as mudanças de cada um deles.

Dica: para sites WordPress, o plugin Yoast já incorpora automaticamente todas as mudanças do algoritmo do Google que podem interferir no ranqueamento de um site.

Página de resultados do Google

A página de resultados do Google, chamada de SERP (Search Engine Results Page), ou página de resultados, mostra em torno de 7 a 10 links para páginas que melhor se encaixam à busca (de acordo com o Google). Nos referimos a esses links como resultados de busca orgânica, ou seja, os resultados pelos quais um site não paga para aparecer nas primeiras posições, em formato de anúncio. As páginas de resultados seguintes mostrarão outros sites associados como resposta à busca feita pelo usuário e, quanto mais longe um site estiver do topo da primeira página de resultados de pesquisa, menores são as chances dele ser encontrado e acessado.

Acima dos 10 primeiros resultados de pesquisa de uma página estão os links patrocinados, geralmente. Esses links são anúncios, ou seja, pessoas pagaram para que o Google colocasse esses links no topo dos resultados de pesquisa quando alguém faz uma busca por um termo específico. O preço destes anúncios varia com bastante frequência, dependendo da competitividade dos termos de pesquisa, chamados de palavras-chave.

O valor dos links para as ferramentas de busca

É importante ter uma noção básica sobre como o Google e outras ferramentas de busca fazem uso dos links. O número de links levando para uma página específica determinam o nível de importância desta página. Então, quanto mais links externos tiver um site, mais importante os mecanismos de busca entendem que ele seja. Ambos os links internos (provenientes do mesmo site), bem como os links externos (de outros sites) podem ajudar no ranqueamento de uma página no Google.

No entanto, alguns links são mais importantes do que outros. Links de sites que possuem diversos links em outros sites são geralmente mais importantes do que os de sites pequenos, com poucos links externos.

A importância dos links levou ao surgimento de uma técnica chamada link building, ou construção de links. Essa técnica de SEO consiste em um conjunto de estratégias com o intuito de construir links externos que apontam para um site específico, pois esses links externos ajudam a aumentar a popularidade de um site perante o Google e influenciar o seu ranqueamento nesses mecanismos de busca, possibilitando o aumento de tráfego para o site. Essa uma boa estratégia de SEO mas que merece um texto só para ela. Ainda falaremos mais sobre esse assunto por aqui.

SEO Holístico

Aqui na Otimifica nós defendemos a ideologia de que SEO não se trata de um “truque” para melhorar o posicionamento de um site no Google. O Google quer mostrar aos usuários os resultados que forem mais adequados à sua busca e, por isso, se você realmente quiser aparecer no topo dos resultados, é importante estruturar uma boa estratégia de palavras-chave para o seu site.

A abordagem holística de SEO significa, basicamente, construir um site incrível, com técnica e usabilidade. Isso pode ser traduzido em:

  • SEO técnico de qualidade
  • UX Design (User Experience Design)
  • Conteúdo de qualidade
  • Segurança do site

Falaremos mais sobre cada um desses itens no próximo post, aqui no blog.

Ter um site incrível, que ofereça conteúdo de qualidade e relevância, que entregue uma ótima experiência e segurança para o usuário, aumentará a qualidade do seu SEO e, consequentemente, seu ranqueamento nos resultados de busca do Google.

Sites atraentes têm uma taxa de rejeição mais baixa e uma chance muito maior de receber a atenção dos usuários nas redes sociais. Estas são exatamente as duas coisas que você precisa para garantir que o seu site continuará ranqueando bem a longo prazo. Se alguém nunca fala sobre o seu site nas mídias sociais, como o Google pode continuar pensando que se trata de um site relevante?

Sites incríveis também significam taxas de conversão mais altas. Se o seu público gosta e entende seu site, a chance de comprar seus produtos ou retornar é, naturalmente, muito maior.

A fonte dos nossos artigos sobre as técnicas e novidades em SEO é a Yoast, empresa que é referência mundial no assunto e que nos ensina coisas novas a cada semana. 🙂

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4 formas de destacar o conteúdo do seu blog!

4 formas de destacar o conteúdo do seu blog!

4 formas de destacar o conteúdo do seu blog

Conteúdo sólido, embalado adequadamente e promovido de forma inovadora são o tripé do sucesso de um programa de marketing de conteúdo.

Você e eu sabemos bem disso.

Mas qual o fator que faz com que um conteúdo ganhe alta popularidade? Na verdade não há uma resposta certa para essa pergunta, já que o sucesso de um conteúdo depende de uma série de fatores diferentes, que variam de acordo com o nicho de mercado do negócio.

Você que tem blog ou precisa produzir conteúdo para a sua empresa, já deve ter passado por algum momento de insegurança com o conteúdo produzido, em que ele parece não ganhar o devido destaque, não é mesmo? Acredite ou não, produzir um conteúdo que tenha potencial de destaque requer voltar para algumas estratégias básicas.

Inspirado em constatações pessoais, estudos aprofundados em cases de marketing de sucesso e experiência profissional, Neil Patel, produtor de conteúdo do Content Marketing Institute, definiu 4 formas para auxiliar você a otimizar os artigos do seu blog.

Não é receita de bolo, mas você precisa seguir uma ordem para chegar no resultado esperado.

1. Storytelling: conte uma história pelo ponto de vista certo!

Se você acompanha blogs de comunicação e marketing, pode até desconfiar que storytelling é modinha. No entanto, uma história planejada, bem contada e divulgada, definitivamente, marcará muito mais a mente dos consumidores, se comparada a um e-mail marketing promocional isolado em uma caixa de entrada ou um outdoor.

Um exemplo de marca que está construindo sua história no universo dos drones é a General Eletrics (GE), multinacional americana de serviços de tecnologia. A estratégia da empresa é se tornar referência em drones, por isso patrocinou o evento The Liberty Drone Race. Cerca de 2,400 pilotos de drone estavam presentes, tentando se classificar para a U.S. National Drone Racing Championships.

O drone é um esporte futurístico e, certamente, ainda se tornará tão comum e desejável quanto um smartphone. Pense o quão fenomenal é para uma marca estar vinculada a um objeto ou serviço que pode mudar o estilo de vida das pessoas! A Uber e a Airbnb, que nos digam, não é mesmo?

É claro que você não precisar se tornar um patrocinador de determinada causa ou objeto, mas é preciso que você seja provocado a deixar fluir sua criatividade e tome a decisão sobre qual conceito irá focar seus esforços.

Por exemplo: se você é um fornecedor de comida vegana, escolha o conceito que as pessoas entendam como produtos veganos podem fazer a diferença em suas vidas ou ao planeta!

O formato de mídia que usaria neste caso do exemplo de produtos veganos seria vídeos mostrando a realidade do setor da indústria de carne, entrevistas com médicos que acreditam que o consumo de carne pode causar malefícios à saúde, fatos que ilustram como o consumo de carne prejudica o meio ambiente e dados que comprovem como a dieta vegana fornece maior qualidade de vida e longevidade.

2. Produza fotografias incríveis para encantar a sua audiência

Nesse aspecto, é interessante analisar novamente a marca GE – mais especificamente as táticas de conteúdo promocional da empresa. Todo post produzido pela marca carrega algum aspecto incrível.

O conteúdo escrito é maravilhoso, os vídeos da marca te transportam para outro lugar e as fotografias são simplesmente encantadoras.

Dê uma olhada em duas fotografias que a GE postou em sua conta no Instagram:

Fonte: General Eletric – Instagram
Fonte: General Eletric – Instagram

Sim, nós sabemos que você não trabalha na GE e provavelmente também não possui um orçamento como o deles. Mas não deixe isso impedir você de utilizar a sua imaginação durante um ensaio fotográfico da sua empresa.

Toda a imagem que você fazer upload deve trazer gatilhos para a audiência, por isso reflita sobre o ângulo da imagem, perspectivas, conceitos, situações, cenários, cores, luz, foco e etc.

3. Aproveite e faça uso do seu conhecimento e rede de contatos

Você é um expert em seu nicho de mercado. Por que não compartilhar seu conhecimento com clientes em potencial que podem estar precisando? Por que não utilizar suas conexões para fornecer conteúdos valiosos para os seus clientes e contatos?

A ideia é simples: use a sua expertise e rede de contatos como uma rede de promoção de conteúdo. 

Aqui vai um exemplo: a MAC Cosmetics compartilha informações sobre Hollywood e celebridades em um blog de cultura pop pra lá de único, onde também posta diversos tutoriais.

Fonte: MAC Cosmetics

A marca compartilha cada post em seus canais nas redes sociais, através do compartilhamento em grupos específicos, comunidades, fanpage de empresas e etc, sempre utilizando hashtags. O resultado? Mais de 15 milhões e meio de likes no Facebook.

Uma boa audiência, não é mesmo?

Se você fizer uso do seu conhecimento e conexões (sem prejudicar a sua marca) e conseguir alcançar 5% da presença digital adquirida pela MAC Cosmetics, já seria uma diferença gigantesca no potencial de alcance da audiência do seu negócio.

4. Certifique-se de que seu conteúdo seja interessante e trendy

Lembra do storytelling e do ponto de vista que mencionamos no item 1? Você precisa produzir conteúdos criativos, dinâmicos e que estejam na moda.

Uma dica é pesquisar por palavras-chave que descrevam o seu negócio e ver os tipos de conteúdo que aparecem nas ferramentas de busca. Uma dica de ferramenta é o BuzzSumo, que mostra especificamente os tipos de conteúdos produzidos por cada termo.

Veja o exemplo abaixo, onde pesquisei por “inbound marketing” e obtive os resultados de busca por conteúdos produzidos com este assunto – a lista é composta por guias e blogposts de orientação, um conteúdo de mentoria.

Você pode aplicar o mesmo método ao seu nicho de mercado para ficar por dentro do que está em alta para, então, explorar sua criatividade e formular um ponto de vista sólido para o seu storytelling antes mesmo de produzir o conteúdo.

Os tipos de conteúdo que normalmente têm melhor desempenho são listas, guias, “faça você mesmo”, dicas, novidades exclusivas e conteúdos de impacto. No entanto, você é o melhor juiz do que funciona melhor no seu segmento de mercado.

Conclusão

A criatividade no momento da produção e distribuição do conteúdo vai ajudar a decidir o seu sucesso. Uma vez que você desenvolve um ponto de vista interessante de storytelling e dá o formato certo à ele (texto, vídeos, slides, podcast, e-book, app, white paper, infográfico ou fluxograma), o sucesso virá.

O ponto de vista do storytelling é a alma do conteúdo, a qualidade é o seu esqueleto e a promoção e disseminação são sua carne. Pense na promoção do conteúdo sob este aspecto para decidir como você coordenará a produção de conteúdo da sua marca.

Vale ter em mente as demais formas de promoção de conteúdo, como através do alcance de influenciadores, interação nas redes sociais, e-mail marketing, promoção de posts em redes sociais específicas do seu nicho e relacionamento com a imprensa.

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Keyword: como começar sua pesquisa de palavras-chave

Keyword: como começar sua pesquisa de palavras-chave

Keyword: como começar sua pesquisa de palavras-chave

Se você criar um site hoje, seja um blog ou uma loja virtual, ele não irá ranquear no Google imediatamente. Você sabe, então, qual o primeiro passo que deve ser tomado para impulsionar seu ranqueamento? Você deve sempre começar com uma pesquisa de keywords ou, palavras-chave.

Tire um tempo para pensar nas palavras pelas quais você quer que o seu site seja encontrado: quais palavras a sua audiência está utilizando nas buscas? Você sabe como descobrir isso? Quais ferramentas são eficazes? E quando você descobrir quais são esses termos de busca, como determinar por quais começar? Você deve começar pelas palavras-chave mais competitivas (exatas) ou pelas menos competitivas (cauda longa)?

Nesse post explicaremos como começar sua pesquisa de palavras-chave, ilustrando esse processo com um exemplo.

Por onde começar?

Vamos imaginar que você esteja abrindo um e-commerce de quadros decorativos, com ilustrações bastante singulares de artistas Pop Art. Por onde começar a otimização do seu site?

Primeiro, faça a sua pesquisa de termos. Focar a otimização do conteúdo do seu site para palavras como “quadros” e “quadros para decoração” pode ser um tanto quanto inútil, já que são termos com alto índice de competitividade. E quanto ao termo “quadros personalizados” ou “quadros pop art”, será que possuem potencial?

Conforme falamos neste texto, uma forma de obter com maior precisão o volume de buscas de um termo é utilizando o Keyword Planner, ferramenta de planejamento de palavras-chave do Google Adwords. Nela, é possível obter o volume médio de buscas por cada termo e entender o nível de competitividade de cada um, conforme abaixo:

Você só saberá em quais palavras vale a pena investir em um primeiro momento se analisar a sua concorrência. Faça uma pesquisa no Google com os termos que considerar mais competitivos e analise os resultados. Qual o porte das empresas que aparecem na busca com essa palavra? São empresas maiores que a sua? Empresas que provavelmente possuem mais orçamento de marketing do que você?

Se a resposta para essas perguntas for sim, você provavelmente vai ter dificuldade em ranquear o seu site para esse termo de busca. Pergunte-se qual a probabilidade do site do seu negócio ranquear para essa palavra-chave. Agora, busque um termo semelhante a esse e faça a mesma pergunta. A probabilidade mudou?

Se você começar pensando em termos com alta competitividade e adaptá-los para termos um pouco mais longos, mais específicos e um pouco menos comuns, você terá uma boa ideia de onde o seu site poderá ser encontrado e em quais termos ele terá mais chances de aparecer.

Pensando no e-commerce de quadros para decoração, focar em termos como “quadros” e “quadros para decoração” tornaria o trabalho de ranqueamento mais difícil. Começar focando em termos como “quadros personalizados”, “quadros personalizados para decor”,  “pop art decor” e “quadros de ilustração pop art” podem diminuir a competitividade e aumentar as chances do seu site ser encontrado nas buscas.

Faça uma [longa] lista de termos

Nunca foque em apenas uma palavra-chave. Faça uma longa lista de termos relacionados com o seu negócio, de pelo menos 100 palavras, contendo variações desses termos de pesquisa. No caso do e-commerce de quadros, podemos pensar em termos como “quadros pop art para sala de estar”, “quadro para decoração de ambientes”, “quadros lindos e personalizados”, “ilustrações pop art para decoração”, “quadro de ilustração personalizado” e assim por diante. São inúmeras as variações que um mesmo termo pode gerar e é interessante você avaliar a competitividade de cada um desses termos.

Produza conteúdo!

Ter um blog é uma ótima forma de criar conteúdos relacionados ao seu negócio e é importante você incluir os termos que você levantou dentro dos conteúdos produzidos. Porém, uma palavra-chave não é exatamente o tema de um blogpost, é necessário  pensar em conteúdos que abordem temáticas e assuntos que envolvam a palavra-chave que você deseja ranquear.

Use o Google Trends

Se você precisa escolher entre alguns termos de pesquisa nos quais você gostaria de ranquear, mas não sabe ao certo qual escolher, uma boa dica é usar o Google Trends. Essa ferramenta permite que você compare o volume de buscas entre termos. Se você quer saber se faz mais sentido escrever sobre “quadro decorativo”, “quadro personalizado” ou “pop art decor”, o Google Trends vai lhe dizer o que é mais interessante para o público.

Pense nas possibilidades de conversão

Enquanto você busca os termos de pesquisa em que deseja ranquear, você já deve pensar também sobre as chances de conversão de palavras específicas. Por exemplo, se pessoas estão buscando por “quadro pop art preto e branco”, essas pessoas provavelmente estão mais preparadas para realizar uma compra do que alguém que buscar por “quadros para decoração”. Pessoas buscando por “quadro pop art preto e branco” já sabem o que querem, já sabem pelo o que buscar e, consequentemente, estarão mais preparadas para fazer uma compra quando encontrarem o seu site.

Pessoas que utilizam termos mais longos e específicos ao fazer uma busca, que chamamos de palavra-chave de cauda longa, geralmente tem mais chances de comprar algo quando acessam o seu site. Então, talvez você gere menos tráfego ao otimizar um conteúdo para a palavra-chave “quadro pop art preto e branco” do que teria ao otimizar para “quadros para decoração”, porém é provável que você aumente a suas chances de obter uma venda.

Pesquisa de palavras-chave é o primeiro passo em SEO e, seguido disso, você precisa começar a escrever. Escrever MUITO. Produzir conteúdo não vai gerar um resultado instantâneo no ranqueamento do seu site, essa é uma estratégia que leva tempo, que é de longo prazo, mas que trará bons resultados!

Sugestão de leitura e ensino: 

O Yoast é uma ótima fonte de educação e informação sobre SEO e produção de conteúdo para a web para nós aqui na Otimifica – vale acompanhar!

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Palavras-chave de cauda longa: porquê elas merecem a sua atenção

Palavras-chave de cauda longa: porquê elas merecem a sua atenção

Palavras-chave de cauda longa: porquê elas merecem a sua atenção

Palavras-chave de cauda longa são frases ou termos-chave mais específicos, e normalmente mais extensos do que uma palavra-chave normal. As palavras-chave de cauda longa recebem menos tráfego de pesquisa, mas geralmente têm um valor de conversão mais alto, já que são mais específicas.

Para realmente lucrar com uma estratégia de keywords com foco em palavras-chave de cauda longa, é necessário ter uma visão clara da sua empresa, seu produto e seu site. Neste post, vamos ajudar você a entender a importância de compreender o seu próprio produto e o esforço que você deve fazer para ranquear em palavras-chave de cauda longa.

Qual a sua missão?

Se você quiser vender algo, simplesmente precisa ter um bom produto ou serviço! É essencial estar ciente do que seu produto ou site oferece ao seu público, ou seja, o que o torna especial. Se souber entender isso, vai ser muito mais fácil fazer seu público se afeiçoar e consumir a sua marca. Portanto, tire um tempo para pensar sobre a singularidade do seu produto e escreva sobre ele.

Competitividade do mercado

Em alguns mercados, é realmente difícil ranquear por buscas de palavras-chave. Alguns segmentos de mercado são altamente competitivos, com apenas grandes empresas dominando os resultados da pesquisa. Estas empresas, no geral, têm um orçamento muito grande para gastar em marketing e SEO, especificamente. Subir seu ranqueamento em mercados com alta competitividade é difícil.

No entanto, se tiver a missão do seu negócio bastante clara, você deve ser capaz de definir o que faz seu produto ou site se destacar. Você deve ser capaz de encontrar o seu nicho.

Use a missão do seu negócio para começar a ranquear! E, de novo: use palavras que são usadas pelas suas personas (e evite terminologias difíceis).

Palavras-chave de cauda longa e ranqueamento

É muito mais fácil ranquear em palavras-chave de cauda longa do que em palavras-chave mais comuns. Outro benefício para se concentrar em palavras-chave de cauda longa é que, embora sejam menos utilizadas em buscas, o visitante que encontra seu site usando-as é mais propenso a comprar o seu serviço ou produto.

Quanto mais extensos e mais específicos forem os termos de pesquisa, maiores serão as chances de conversão.

Atualmente estou à procura de uma casa em Portugal para passar minhas próximas férias. Eu comecei minha pesquisa com o termo ‘férias Portugal’. Descobri rapidamente que queria ir para Angra do Heroísmo, e que preferia uma casa beira-mar. Minha busca ainda continua, mas agora eu uso termos como ‘casa de férias beira-mar Angra do Heroísmo’. Uma palavra-chave de cauda longa.

Usando essa palavra-chave, eu encontrei novos sites, que mais se assemelham aos meus desejos de férias. As chances de eu alugar uma casa e programar as minhas férias através desses sites são bem mais altas, não concorda?

Use a missão do seu negócio para obter ranqueamento com palavras-chave de cauda longa

A definição da missão do seu negócio, na qual você torna claro o quão incrível seu produto, site ou blog é, deve ser a essência da escolha das palavras-chave de cauda longa em que você deseja ranquear.

Tentar aumentar o ranking do seu site para um termo de cauda longa específico pode trazer lucro, desde que o termo escolhido seja semelhante ao que você está vendendo ou escrevendo sobre em seu site. As palavras que você utilizou para escrever a missão do seu negócio podem – e devem – ser muito bem usadas na sua estratégia de SEO. Essas palavras devem estar contidas e serem centrais nas palavras-chave de cauda longa para as quais você deseja que o seu site seja ranqueado nas buscas.

O volume de pessoas utilizando palavras relacionadas a missão do seu negócio em suas buscas na web será relativamente menor, porém essas pessoas possuem um potencial muito maior de se tornarem clientes. Então, vale a pena investir nas palavras de cauda longa, ou long tail keywords.

Fonte: Yoast

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Plano de Marketing Digital: as 4 mídias do InboundPR

Plano de Marketing Digital: as 4 mídias do InboundPR

Plano de Marketing Digital: as 4 mídias do InboundPR

Quando o assunto é plano de marketing digital, surgem muitas dúvidas sobre por onde começar: ações nas redes sociais ou site? Investir em campanhas de publicidade? Focar somente no online?

A primeiríssima coisa que você precisa fazer, na verdade, é revisar ou definir os seus objetivos de negócio. Afinal, uma estratégia de marketing digital que começa em ações ou campanhas, pode até ser tática, mas não é estratégica!

No momento que você tem uma estratégia de negócios claramente definida, você está pronto, então, para ir para o marketing. Daí, é hora de olhar para as 4 mídias do InboundPR. Atuar um pouquinho em cada uma dela fará toda a diferença em seu plano de marketing digital.

Outro ponto importante é virar a chave para a comunicação all-line. No mundo dos negócios estar all line significou uma mudança gigantesca no comportamento do consumidor – e, consequentemente, das marcas. Pensar nas 4 mídias significa pensar no consumidor onde ele está: e ele está nas redes sociais, mas também está offline: nas ruas, nas lojas, e ainda é impactado por mídias tradicionais também.

Hoje, podemos estar dentro de uma loja avaliando as características do produto que está na nossa frente, enquanto pesquisamos na internet o mesmo produto em outras lojas virtuais, fazendo comparações com a concorrência sem sair do lugar. O conceito de concorrência mudou. De repente, a loja ao lado já não é seu maior concorrente, mas sim os smartphones nas mãos de cada cliente em potencial que visita sua loja. É como se a loja do concorrente estivesse dentro da sua.

É assim que tomamos decisões de compra e que os negócios perceberam a necessidade de construir uma presença de marca all-line, onde o on e o offline precisam andar juntos, estar sincronizados e conversando muito bem entre si.

 

Plano de marketing digital: dedique-se às estratégias all-line

Fazer um plano de marketing digital é sinônimo de trabalhar o all-line, para que você consiga desenvolver o marketing definitivo. Embora o termo definitivo na era digital pareça um contrassenso, o importante é entender que o marketing tradicional não mudou.

Desde sempre trabalhar uma estratégia de comunicação, marketing e vendas de forma integrada é um objetivo valioso para as empresas. Porém, não existia uma metodologia que atendesse essa necessidade e, quando criamos o InboundPR, inspirado na metodologia do Inbound Marketing, essa possibilidade passou a ser cada vez mais concreta porque a comunicação passa a ser Sincronizada, combinando relacionamento com atingimento dos resultados de negócio.

Entenda o poder das 4 mídias

 

Para estabelecer o melhor plano de marketing, você precisa entender o papel de cada uma das 4 mídias: própria, social, espontânea e paga. O conceito do all-line se torna fundamental porque o público que você quer atingir pode até não estar na internet, mas os influenciadores dele certamente estão. Para comunicar o valor de uma marca, produto ou serviço, você precisa atingir as suas personas em todos os pontos de contato: desde o site mobile, a loja física ou o melhor amigo dela.

Conheça as 4 mídias:

São as personas que dirão onde uma marca deverá estar presente – e não os gestores da comunicação estratégica. É essencial entender quem são e ouvir os seus melhores clientes, para  saber onde, como e em que momento há mais chances deles consumirem os conteúdos de uma marca e gerar resultados em vendas.

Faça download e acesse o Canvas da Comunicação.

O melhor plano de marketing só acontece quando a sua empresa atua nas 4 mídias, e é por isso que são elas a base do trabalho de InboundPR. Mas, para gerar resultados, você não pode pular etapas e, primeiro, precisa entender o papel de cada mídia na comunicação sincronizada.

 

Mídia Própria (Owned Properties)

 

“Conteúdo é patrimônio digital”  – Ariane Feijó, Fundadora da Otimifica.

Todo o conteúdo produzido por uma empresa e disponibilizado na Web é patrimônio digital desta organização. Tão importante quanto o patrimônio físico, é ele que construirá a reputação digital do seu negócio.

É por isso que ele é a base das demais mídias, ou seja, a mais importante de todas. O conteúdo produzido por uma marca precisa ser original, autoral e relevante. Precisa falar a língua das personas para que encontrem este conteúdo ao realizar buscas no Google – ou em qualquer outra ferramenta de busca na web.

Podemos caracterizar como mídia própria:

  • Website da empresa
  • Blog
  • Landing Pages
  • Publicações, catálogos e materiais disponibilizados para download
  • Eventos, palestras, seminários e mesas redondas
  • Cursos
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  • Produção gráfica – imagem e ilustrações autorais
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Mas não são apenas as propriedades digitais que formam a reputação de uma empresa. A mídia própria também é composta pelas propriedades offline, como: programas de responsabilidade social, livros e anuários, eventos proprietários, ações de live marketing e tudo aquilo que envolve interação olho no olho e deixa nos consumidores uma memória de marca.

Reputação é uma coleção de memórias de marca difundidas pelas personas – e essas memórias não têm forma física ou digital. Elas são um registro exato e intangível da experiência das pessoas com a marca.

 

Mídia Social (Social Platforms)

 

As redes sociais funcionam como embaixadoras da marca e são grandes aliadas na estratégia de comunicação. É através delas que você amplifica o alcance dos conteúdos produzidos pela sua empresa.

Lembre-se, no entanto, que “rede social é casa alugada” e enxergue essa mídia como ela realmente é: plataformas que pertencem a outras empresas, que cederam esse espaço para que o seu negócio converse com o seu público em um ambiente mais neutro e democrático do que os canais da sua própria marca.

É no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter, Snapchat, Pinterest, Youtube, Google+ e tantas outras redes sociais mais segmentadas, que uma marca tem a chance de conversar com suas personas de forma mais leve e descontraída, menos “vendedora” e mais próxima do consumidor. Por isso a mídia social se torna a queridinha das mídias e o foco da estratégia de comunicação de tantas marcas – mas, lembre-se: antes de social, conteúdo próprio primeiro.

 

Você já baixou o Template Otimifica para Produção de Blogposts? Essa ferramenta vai orientar você a produzir conteúdos com estrutura consistente e otimizados para ferramentas de busca.

Utilizando o espaço das redes sociais, uma marca concorda em seguir os termos e condições de uma outra empresa e, se em um determinado momento uma rede social decidir parar de mostrar conteúdos de marcas, você pode perder todo o investimento colocado na presença em redes sociais. Todo o dinheiro, mas também aquelas horas de estratégia para definir o melhor post e o melhor horário de postagem – tudo pode literalmente sumir do mapa.

Por isso, diminua esse risco investindo, primeiro, no seu patrimônio digital – a sua mídia própria -, amplificando estes conteúdos para as mídias sociais e pensando em campanhas que gerem impacto agora e no longo prazo.

Mídia Espontânea (Earned Media)

 

A mídia espontânea é onde toda a marca quer chegar. É aquela que valida todo o esforço em mídia própria, marketing e qualidade do serviço que a sua empresa vem investindo até então.

Sabe aquela matéria tão sonhada sobre a sua marca, publicada em uma revista online do segmento da sua empresa? O trabalho de um assessor(a) de imprensa é o que você precisa para consegui-la.

A assessoria de imprensa é a rainha da mídia espontânea, pois é esse trabalho que aumentará as chances da sua marca obter inserções em veículos, sites, blogs, jornais, revistas e publicações que são interessantes para o seu negócio. Um jornalista apresentando a sua empresa dentro de um veículo importante, em um contexto de mercado, pode causar um grande impacto positivo para o seu negócio.

Mas atenção: as inserções obtidas em veículos através do trabalho de assessoria de imprensa são gratuitas, ou seja, é bastante diferente de pagar para ter um espaço da sua marca em uma revista ou jornal. Inserções pagas em veículos também existem, mas são chamadas de Publieditoriais e entram na categoria de “mídia paga”, e não espontânea.

Podemos caracterizar como mídia espontânea:

  • Matérias e entrevistas em veículos especializados, que carregam um grande potencial de atingir audiências mais segmentadas. Ajudamos você a identificar esses veículos especializados nesse texto.
  • Guest posts, publicados em blogs do setor ou indústria onde o seu negócio atua;
  • Publicações no Linkedin Pulse: consideramos o Pulse, diferente da timeline do Linkedin, como uma forma de gerar mídia espontânea. Se você incluir ao final do seu post no Linkedin um link para o seu site ou blog corporativo, ele gera um backlink, que é contabilizado pelo Google como mídia espontânea.
  • Conteúdos co-branded, ou seja, desenvolvidos em parceria com outras empresas, que podem ser parceiros ou fornecedores do seu negócio.
  • Menções por influenciadores ou embaixadores de marcas também são ótimas fontes de mídia espontânea que geram grande visibilidade para as empresas, contanto, claro, que estes influenciadores tenham uma comunidade razoável de seguidores.

A mídia espontânea “amarra” e valida a estratégia all-line de uma marca, ajudando-a a construir confiança junto à audiência, aumentando o engajamento de pessoas com a marca e, inclusive, ajudando a fidelizar clientes.

Mídia Paga (Paid Media)

 

A mídia paga é a cereja do bolo na estratégia de comunicação nas 4 mídias. Aqui, falamos do investimento de uma marca em anúncios digitais, como o Google Adwords, Facebook Ads, Instagram Ads, Twitter Ads e anúncios no Youtube, mas a publicidade off-line também faz parte da presença all-line.

Como referimos na primeira parte deste post, é a cereja do bolo: para que funcione como deve, é preciso que o bolo, ou a atuação nas outras 3 mídias, esteja em ação e de forma equilibrada.

Imagine que você está produzindo conteúdo autoral que é interessante para os consumidores da sua marca – ou seja, construindo relevância para o seu negócio. Você já tem uma estratégia de produção de conteúdo para as suas personas nas mídias própria, social e espontânea e, agora, precisa alcançar mais pessoas com esse perfil e que se interessem por esse assunto. É um bom momento para começar a investir em anúncios pagos dirigidos para a sua audiência.

A melhor ideia é começar pelo Adwords, pois o Google é a base de 90% das buscas na internet hoje. Nele é possível trabalhar as palavras-chaves mais importantes para o seu negócio e amplificar os conteúdos da sua marca através de anúncios de texto e também gráficos, marcando a sua presença na primeira página de buscas do Google e em sites parceiros dele, pela rede de display de anúncios.

São exemplos de mídia paga digital:

  • Anúncios no Google Adwords;
  • Anúncios em redes sociais, como o Facebook e Linkedin;
  • Embora em desuso, ainda são utilizados Banners em alguns portais. Este tipo de publicidade vem sendo cada vez mais substituída por conteúdos publieditoriais ou por publicidade nativa (native advertising). Ferramentas como o AdBlock bloqueiam 100% de banners em portais, tornando esta mídia inefetiva. E a razão é óbvia: as pessoas não vão ao Google para procurar anúncios ou banners publicitários, e sim conteúdo.

Mas e a mídia paga off-line, morreu?

Apesar de serem bem mais caros que a mídia paga online, os anúncios em veículos impressos, como jornais, revistas, publicações, e da grande mídia, como TV e rádio, não morreram e não vão morrer. Eles servem para consolidar o trabalho das marcas, amplificando-as para um grande público, porém menos segmentado.

Uma outra forma de investir na construção de reputação de marca no off-line é a inserção paga de artigos produzidos sobre a sua empresa em veículos especializados que atinja um público interessante para o segmento do seu negócio.

Não é toda empresa que possui o budget ideal para investir em anúncios off-line, devido ao alto investimento. Mas nem sempre é a quantia investida em anúncios que aumentará a eficácia deles, mas sim a estratégia de comunicação da sua empresa. Sem estratégia, o investimento em mídia paga não trará retorno sobre o investimento – e isso vale para a mídia paga on-line ou off-line.

Um plano de marketing digital, baseado em uma estratégia all-line, acontece quando você combina as forças dessas 4 mídias. Cada uma com sua função específica impulsiona o trabalho de todas e resulta na entrega da mensagem da sua empresa de forma ótima e eficaz, gerando resultados de negócios.

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