Ariane Feijó, Author at Otimifica
Maturidade digital: Você sabe qual é o índice da sua empresa?

Maturidade digital: Você sabe qual é o índice da sua empresa?

Na Otimifica acreditamos que a Transformação digital é um caminho, não um fim. O fim, que na verdade é o início de um novo ciclo, chamamos de maturidade digital. Porém, não é possível percorrer o caminho da transformação digital sem a mentalidade apropriada.

O primeiro passo para identificar a mentalidade de uma empresa é o uso do algoritmo que desenvolvemos: o Índice de Maturidade Digital.

Esta ferramenta acompanha os nossos clientes ao longo de todo o processo de transformação e mostra o quão longe ou perto está dos pontos de maturidade digital. Se o cliente já tiver maturidade, o Indice mostra se está conseguindo manter e sugere sempre oportunidade de melhoria.

O cálculo do Índice de Maturidade Digital envolve questões de tecnologia, como SEO, uso de dados ferramentas e questões técnicas do site, bem como comerciais, como geração de leads, vendas e reputação digital no all line (on e offline).

 

Os objetivos do Índice de Maturidade Digital são:

  • oferecer um norte para quem está em busca de desenvolver estratégias digitais para começar certo ou percorrer de forma mais ágil e assertiva o caminho rumo à maturidade digital;
  • orientar o mercado para parar de cair no discurso de falsos especialistas entender os diferenciais do marketing para o seu tipo de negócio;
  • Reforçar a importância de começar olhando para objetivos de negócios e não para a operação, como por exemplo nas redes sociais;
  • Visibilidade e reputação: tornar a empresa mais conhecida ou o objeto do trabalho melhor compreendido pelos seus públicos de interesse;
  • Aumentar a geração de leads;
  • Melhorar as taxas de conversão;
  • Identificar possibilidades de retenção e satisfação dos clientes;
  • aumentar produtividade da equipe de marketing e vendas ao entender o que é crítico e o que é secundário para oferecer uma melhor experiência;
  • encontrar caminhos para reduzir custos com marketing, vendas e comunicação.

 

É bastante natural em clientes que não conhecem o ambiente digital com profundidade, querer garantias do retorno de marketing. Nós buscamos através do Índice identificar pontos de melhoria que sejam mais rápidos de resolver, como por exemplo a criação de automações.

Sabemos que clientes que implantam automação de marketing nos primeiros 60 dias tem menos chances de desistir da nossa metodologia. Por isso, é fundamental entregar valor no início do trabalho, para a mecânica de geração de leads e construção de relacionamento acontecer nas primeiras semanas.

 

O Índice de Maturidade Digital é a ferramenta ideal para gestores de marketing e CEOs que:

    • sabem que marketing está ligado à estratégia, mas não sabem como ter resultado ou por onde começar no digital;
    • não confiam em agências porque ja tiveram problemas. entre eles: demora na resposta, atrasos na entrega, não entrega de projetos acordados.
    • não conhecem formas de educar a sua equipe para saber resolver os seus problemas de marketing/ vendas e, com isso, reduzir investimentos/ despesas com agências.
    • quer se digitalizar e quer garantias de que o modelo que for sugerido trará resultados.
    • quer enxergar o impacto de marketing em vendas (ou é profissional de vendas e quer ações de marketing que gerem resultados) e cobra isso das agências (que não conseguem entregar pq cuidam de uma ou algumas partes do processo). Não quer pagar, só se receber tudo o que acredita ter sido acordado.
    • tem dúvidas se vai ter braço para implantar uma estratégia de inbound: o Índice é o primeiro passo para a Auditoria de Marketing e Reputação Digital e dimensiona a equipe necessária e tempo de trabalho para cada profissional atuar e alinhar definitivamente marketing e gestão.

 

Quer descobrir a sua maturidade digital? Receba uma versão simplificada do Índice gratuitamente clicando aqui!

Conheça a diferença entre inbound marketing e inbound pr

Conheça a diferença entre Inbound Marketing e Inbound PR

 

Você sabe qual a diferença entre inbound marketing e INBOUND PR? A primeira vista pode parecer se tratar basicamente da mesma coisa, mas não é. Você pode ter uma ideia pré-concebida de que o PR traz ao inbound marketing a assessoria de imprensa. Enxergar PR desta forma é mais ou menos como fazer a sua comunicação sem considerar o digital

As estratégias para sistematizar e as etapas implementar ambas metodologias são diferentes. Ficou interessado? Então continue a leitura para aprender as diferenças entre inbound mareting e INBOUNDPR.

 

Afinal, o que é INBOUNDPR?

INBOUNDPR é uma forma inovadora de fazer comunicação integrada, em que o marketing digital olha para as pessoas e as Relações Públicas olham para as vendas.

Para deixar ainda mais claro o conceito por trás do INBOUNDPR, podemos traduzir como comunicação sincronizada, um amadurecimento prático da comunicação integrada.

Isso porque está na essência das Relações Públicas integrar: departamentos, interesses públicos, criar networking de valor para as organizações, com o objetivo de desenvolver a reputação e a melhor imagem corporativa.

Trabalhar de forma sincronizada exige não apenas pensar nos objetivos de comunicação, como também de negócio.

Existiam até aqui, nas organizações, duas formas de focar nos objetivos de negócio: do ponto de vista de marketing e do ponto de vista de Relações Públicas.

Quem olha do ponto de vista do marketing, certamente pensa com o enfoque de vendas. Já do ponto de vista de RP, o foco é na construção de relacionamentos, para a empresa projetar uma imagem melhor no mercado.

E muitos ainda associam RP exclusivamente com assessoria de imprensa, no bem-estar dos clientes e em tudo o que se relaciona com reputação.

Acontece que ambas as faces do comunicar para empresas, negócios ou ideias precisam necessariamente de marketing e de RP.

É preciso olhar para ambas de forma sistêmica. Não apenas trabalhando lado a lado, mas nascendo de iniciativas conjuntas. Mais do que integrar, é preciso sincronizar.

O que é PR?

PR ou Public Relations é simplesmente a tradução de Relações Públicas do inglês para o Português.

Na prática da comunicação contemporânea, Relações Públicas é uma mentalidade para a construção e a gestão de relacionamentos corporativos. Porém ela surgiu como uma profissão nos Estados Unidos. No Brasil, ela também surgiu como uma profissão há mais de 100 anos. Sua função era essencialmente influenciar a mídia, colaboradores e demais stakeholders.

Com o tempo, a mudança da mentalidade nas organizações, o surgimento de novos formatos de relacionamento em especial nas redes sociais digitais, mudamos também de paradigma: do analógico o digital. Neste contexto, a forma de fazer Relações Públicas também mudou.

E para colocar essa forma em prática com resultados, eu comecei a fazer experimentos e criei o que chamo de comunicação sincronizada ou INBOUNDPR.

Nós chamamos o INBOUNDPR de inteligência para a maturidade digital, pois de fato é isso que ele é. Para isso nos embasamos em dados e nas mais atuais tecnologias de relacionamento com as personas dos nossos clientes.

Inbound PR e Inbound Marketing: qual a diferença?

No INBOUNDPR trabalhamos com as questões culturais que formam a mentalidade digital, ou seja, que transformam as pessoas para trabalharem a tecnologia de forma a agregar valor para as empresas, e não como premissa.

Vivemos a era das melhores soluções, não dos melhores sistemas.

E para entender de soluções, é preciso entender de pessoas. Já no inbound marketing, o foco é essencialmente a geração de leads e vendas.

Muitas empresas não estão prontas para o inbound marketing, então implantamos o INBOUNDPR. Outras já possuem processos bem sucedidos de inbound marketing, e daí o INBOUNDPR vem para fortalecer a reputação.

Seria Inbound PR uma superação do Inbound Marketing?

Assim como RP é diferente do marketing, o INBOUNDPR é diferente do inbound marketing.

O inbound marketing olha para critérios bem práticos: quantas visitas tem o site, quantos leads isso gera, quantos desses leads realmente estão interessados em comprar e quantos interessados viram vendas.

No INBOUNDPR, a primeira coisa que fazemos é entender os objetivos e norteadores estratégicos do negócio (visão, missão e valores).

A seguir, alinhamos esses norteadores com o Propósito, com as Pessoas (internas e externas) e colocamos a inteligência por trás do INBOUNDPR para funcionar.

Ao longo de todo o processo do INBOUNDPR, monitoramos o impacto do trabalho na reputação digital e nas vendas.

Com isso, entregamos resultados que os clientes querem – mais clientes – vamos educando-os sobre a reputação, a sua importância e o quanto uma boa reputação gera ainda mais vendas.

Conheça os 3 pilares para sistematizar o Inbound PR

O INBOUNDPR está sistematizado em 3 princípios e etapas de implementação que são: propósito, pessoas e método.

Com base nos objetivos de negócios, cada empresa é orientada a definir seu propósito, o qual transmite a mensagem-chave da organização e, consequentemente, deve refletir nos produtos ou serviços.

Pessoas são todas as pessoas relacionadas ao negócio. Partimos de uma análise dos públicos de interesse do problema para o qual fomos contratados para resolver.

A partir daí, trabalhamos de forma a alinhar as pessoas do negócio: desde a alta administração até os clientes que vão sofrer algum tipo de impacto ou vão ter envolvimento na resolução do problema.

Para isso, precisamos alinhar as mentalidades. Outro ponto trabalhado no pilar Pessoas são as personas, que se traduzem como personificações dos públicos-alvo. Este é um conceito que eu trago para o INBOUNDPR do Design UX, onde as personas surgem (o “pai” das personas chama-se Alan Cooper).

O método do INBOUNDPR está em trabalhar a comunicação de forma integrada nas 4 mídias: própria, paga, social e espontânea.

Assim, com propósito claro e conhecendo bem as pessoas envolvidas no processo, é possível criar um plano estratégico de ação digital a fim de gerar vendas e reputação ao mesmo tempo.

Quer saber como implantar o INBOUNDPR? Então,

 



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5 dicas de etiquetas na hora de captar lead

5 dicas de etiquetas na hora de captar lead

Uma das buzzwords do momento no mundo dos negócios, sem dúvidas, é lead. Ninguém mais busca por likes ou curtidas, bom mesmo é ter lead. E se eles forem qualificados então, é ouro puro para o departamento comercial das empresas.

Porém, estratégias de inbound marketing focadas unicamente na captação indiscriminada de leads acabam por escorregar no bom senso e nas regras de etiquetas do relacionamento com o cliente. Quando isso acontece, ao invés de cativar o lead, o conteúdo e a sua empresa se transformam em spam 🙁

Para você não cometer nenhuma gafe, separamos algumas dicas:

1ª Não compre lead:

Comprar mailling é uma tentação, nós sabemos, ainda mais quando seu amigo tem uma base com a cara da sua persona e ainda por cima é de graça. Imagine que empresas estão vendendo seus dados para outras empresas, sem você ter autorizado. Acho que você não gostaria disso, certo?

Dica: Se a tentação for maior que você, procure aquecer os leads através de uma campanha de mídia paga, antes de enviar o e-mail. Construa relacionamento!

2ª Peça permissão:

Bem, você não gostaria que enviassem mensagens ao seu whatsapp sem permissão certo? O mesmo funciona para e-mail. Não envie e-mail de forma indiscriminada e sem uma opção de descadastro da sua base.

Respeitar o espaço da persona é tão importante quanto entender qual o interesse dela na sua empresa.

Dica de ouro: sempre se coloque nos pés da persona. Faça um exercício de empatia. No lugar dela você gostaria de receber um e-mail de uma empresa com a qual você nunca conversou?

Saiba mais sobre marketing de permissão

3º Envie a mensagem certa:

Certifique-se que a sua automação está direcionada para a base certa. Nada mais desagradável do que ficar recebendo mensagem com conteúdo direcionado para outra pessoa.

Dica: Estude a sua base antes de construir a segmentação e considere sempre a exclusão de leads indevidos.

4º Cuide o horário:

Muitas pessoas têm suas caixas de e-mail sincronizadas com o celular. Nada mais desagradável que receber alertas de mensagem durante a madrugada, finais de semana ou feriado, a não ser que a sua empresa seja relevante para a persona naquele momento. Certifique-se que suas mensagens foram programadas em dias úteis e que automações não caiam em finais de semana.

Dica: se a sua empresa atua em regiões com fuso horário distinto. Estude a possibilidade de segmentar a sua base de leads para envio.

5º Saiba a hora de parar:

Réguas de automação existem não para importunar a persona e tentar convencê-la a mudar de opinião ou se relacionar com a sua empresa através da insistência. É preciso saber a hora de parar.

Mas isso significa que o lead não é qualificado? Depende. Há uma série de variáveis que influenciam. Talvez o conteúdo não seja relevante para a persona no estágio do funil que ela se encontra, neste caso é preciso reavaliar a jornada da persona.

Dica: Crie regras para que caso a persona não abriu suas duas primeiras mensagens, que ela automaticamente seja excluída da sequência da automação.

Agora que você já entrou no clima da boa conduta aproveite para fazer aquela revisão em todas as suas automações de e-mail marketing. Crie um check-list de pontos que a sua equipe deve sempre lembrar ao fazer uma nova automação.

É importante sempre ter em mente que o e-mail é uma ferramenta estratégica que pode converter em vendas no seu negócio. Use com sabedoria e ponderação. O mais importante sempre é se colocar no lugar a persona e pensar em possibilidade e contextos que a comunicação será recebida.

 

Marketing de Permissão: a essência do Inbound Marketing

Marketing de Permissão: a essência do Inbound Marketing

O termo Inbound Marketing foi utilizado pela primeira vez em 2005 pelo CEO da empresa HubSpot, Brian Halligan. Entretanto, o conceito do que viria ser o Inbound Marketing parte da ideia de marketing de permissão, termo cunhado pelo escritor Seth Godin, ainda no final da década de 1990.

Um contraponto ao marketing de interrupção

 

À época, o autor já via problemas no que ele chamou de marketing de interrupção, ou o marketing tal como conhecemos normalmente: comerciais de TV e rádio, anúncios em revistas e jornais, além de outdoors e outras formas de publicidade.

Esse modelo de marketing é intrusivo e pouco desejado pelos consumidores, já que ele interrompe alguma ação do espectador (ou leitor), bombardeando-o para mostrar um anúncio que muitas vezes pouco interessa. À medida que o consumidor passa a ter cada vez mais opções para se distanciar dessas medidas do Marketing de Interrupção, seja através de diferentes mídias e pulverização de audiências, mais essa abordagem, segundo o autor, perde eficácia para marcas e anunciantes.

Godin, ainda nos anos 1990, percebeu que a escassez de tempo do dia a dia das pessoas seria cada vez maior, o que faria dele – o tempo – um ativo importantíssimo a ser disputado por quem quer chamar atenção dos consumidores. Para o autor:

O Marketing de Interrupção é o inimigo de todo aquele que esteja tentando economizar tempo. Ao interromper constantemente o que estamos fazendo em um determinado momento, o profissional de marketing não apenas tende a fracassar na venda do seu produto, como também nos faz desperdiçar a mercadoria a qual mais ansiamos, o tempo. (GODIN, 2000)

Criou-se, assim, uma dicotomia entre os profissionais de marketing e os consumidores. Enquanto os profissionais investiam cada vez mais dinheiro em diferentes canais para perseguir o consumidor, o público passou a evadir-se dessas mensagens publicitários a todo custo.

Mas o que é o marketing de permissão?

 

Neste contexto, Godin (2000, p. 39) delimitou e definiu o que seria o marketing de permissão; para o autor, essa modalidade estimula os consumidores a participar de uma campanha de marketing de longo prazo e interativa – em que eles são de alguma forma recompensados por prestar atenção a mensagens cada vez mais relevantes -, e possui três características principais:

  1. Antecipado – as pessoas esperam que você as procure
  2. Pessoal – as mensagens são diretamente relacionadas com cada pessoa
  3. Relevante – tem de dizer algo em que o consumidor potencial está interessado

Uma campanha focada no marketing de permissão estimula os consumidores a participar de uma campanha de longo prazo com constante interação, em que eles são de alguma forma recompensados por prestar atenção a mensagens cada vez mais relevantes.

O autor elenca possíveis recompensas, como brindes, informação, entretenimento e sorteios. Esse é um ponto fundamental, já que sem o “sim” do consumidor, o marketing de permissão não seria atraente para o principal interessado: seu público-alvo. Tudo feito de forma transparente e às claras para o consumidor. A intenção de uma campanha de Inbound Marketing é transformar estranhos em amigos e amigos em clientes.

Com a permissão dos clientes, cada vez mais dados podem ser coletados, fazendo com que as empresas ganhem inteligência sobre o comportamento e as melhores práticas comunicacionais para se relacionar com os seus públicos.

Os 5 passos essenciais do marketing de permissão

 

O autor elenca cinco passos principais para atingir sucesso em uma campanha de marketing de permissão (GODIN, 2000, p. 43; p. 137-138) – os quais, somados à lógica da internet, podem ser assim definidos:

1) Ofereça ao consumidor potencial um incentivo para que se ofereça voluntariamente – Na internet, os profissionais de marketing podem usar banners promocionais para interromper de maneira cortês os consumidores e oferecer-lhes a oportunidade de dar a opção positiva para um programa de marketing.

2) Aproveite a atenção oferecida pelo consumidor potencial e ofereça-se para ensiná-lo sobre seu produto ou serviço – depois de um consumidor ter feito a opção positiva, o profissional de marketing usa o e-mail para lembrar o consumidor potencial de voltar ao site da internet. Os profissionais de marketing usam o e-mail para mostrar ao consumidor os benefícios de seus produtos.

3) Reforce o incentivo para ter certeza de que o consumidor potencial manterá a permissão – como há uma infraestrutura de comunicação grátis via internet, o intrínseco diálogo de duas vias que se estabelece permite que o profissional de marketing verifique se o consumidor está prestando atenção. Ao estimular uma reação, é fácil determinar quem está envolvido na campanha e, mais fácil ainda, aumentar a recompensa aos consumidores, para mantê-los interessados.

4) Ofereça incentivos adicionais para conseguir ainda mais a permissão do consumidor – ao usar o poder dos computadores, o profissional de marketing pode individualizar campanhas para uma plateia de uma só pessoa. Dessa forma, pode haver uma recompensa direta ao consumidor, que o incentive a participar, e também uma recompensa progressiva.

5) Com o tempo, use a permissão como alavanca para o mudar o comportamento do consumidor rumo ao lucro – Quanto vale uma relação de e-mails de usuários cem por cento leais e que tenham feito a opção positiva? Uma listagem inteiramente personalizada de centenas de milhares ou de milhões de pessoas que querem e esperam notícias suas sobre algum tópico pessoal e relevante relacionado a compras? Em muitos casos esse pode ser o bem mais valioso da empresa

 

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Os 5 níveis fundamentais de permissão

 

Godin (2000) prega que existem cinco níveis de permissão dados pelos clientes às marcas, sendo eles:

1) Nível circunstancial – aquele em que as informações pessoais são autorizadas por curtos períodos de tempo ou em ocasiões específicas;

2) Nível de confiança na marca – o cliente já conhece a marca e a tem em seu rol de fidelização;

3) Nível de relacionamento pessoal – nível intermediário de permissão, no qual já existe uma ligação entre a marca e o cliente, mas não há total plenitude;

4) Nível de permissão por pontos – uma tática de fidelização que oferece uma “troca” por algum tipo de remuneração, produto ou brinde; e

5) Nível intravenoso – maior nível de permissão, o cliente confia plenamente na marca.

Mais do que uma mudança técnica, uma mudança de mentalidade

 

Para uma campanha de sucesso, defende Godin, é necessário ter paciência por parte dos profissionais de marketing e das marcas. O processo é mais demorado e, digamos, orgânico. Os profissionais precisam ter em mente que uma campanha de marketing de permissão precisa de uma infraestrutura e tempo para maturar em bons resultados. É necessária uma mudança de mentalidade por parte do profissional de marketing. Segundo Godin:

O profissional do marketing de permissão trabalha para mudar seu foco: em vez de querer encontrar o maior número de clientes potenciais, ele quer converter o maior número de clientes potenciais em clientes. Depois ele quer intensificar a permissão em base constante. (GODIN, 2000)

Leia também:  Mentalidade digital X Transformação digital: qual a diferença?

É necessário chamar atenção do leitor nestes dois pontos tocados aqui por Godin: a necessidade de mais tempo até resultados serem atingidos; e a mentalidade do profissional que deve deixar de ser encontrar potenciais clientes a todo custo, e sim encontrar os potenciais clientes certos e transformá-los em clientes da marca.

Por fim, podemos dizer que o marketing de permissão e consequentemente o Inbound Marketing é uma modalidade que busca estabelecer uma relação com os clientes e, através das informações cedidas, analisar e converter os dados disponíveis em possibilidades de comunicação assertivas para fidelizar clientes.

Agora que você já sabe o que é marketing de permissão e Inbound Marketing, descubra o que é o Inbound PR e entenda como conectar objetivos de negócio com Relações Públicas, marketing e vendas sincronizando as quatro mídias.

 

Este conteúdo foi escrito originalmente pela Relações Públicas Thais Gonçalves, colaboradora do Blog RP e Assistente de Assuntos Internacionais da PUCRS.

Estratégias de marketing: o que acontece quando você confunde com táticas?

Estratégias de marketing: o que acontece quando você confunde com táticas?

Estratégias de marketing: sabia que confundir com táticas faz você perder dinheiro?

Estratégias de marketing: uma daquelas expressões jogadas ao vento o tempo todo. Quando se trata de marketing e comunicação, parece que tudo é “estratégia”, não é? 

Na verdade, não. Neste texto você vai entender as diferenças entre estratégias e táticas de marketing:

Estratégias de marketing x táticas: qual a diferença?

Estratégias são cruciais para o desenvolver, escalar e criar negócios exponenciais.

Já as táticas, que normalmente são confundidas com estratégias, colocam as empresas em um caminho de investimentos equivocados, oportunidades perdidas e resultados deprimentes.

Confundir estratégias de marketing com táticas é uma das principais razões porque o seu trabalho de marketing digital vai falhar.

O que são estratégias de marketing?

Falar de estratégias de marketing é falar de um roteiro abrangente que começa com os objetivos de negócios e orienta a sua operação de marketing para tornar esses objetivos realidade. Este é um plano construído com base em metodologias que não deve pular etapas.

ESTRATÉGIAS DE MARKETING:

um roteiro abrangente que começa com os objetivos de negócios definidos e orienta as táticas e a operação de marketing para tornar esses objetivos realidade.

 E as táticas, o que são?

As táticas de marketing são os canais por onde a sua campanha vai circular. Ferramentas, plataformas, técnicas e assim por diante.

Para ter clareza do seu plano tático, você precisa conhecer muito bem as suas personas, o contexto onde elas estão inseridas e a forma como vai comunicar. Além disso, você precisa acompanhar os resultados do seu trabalho ao longo do caminho através de métricas e indicadores.

TÁTICA DE MARKETING É…

os caminhos que as suas ações vão percorrer, através de ferramentas e análises, para gerar o impacto e o resultado esperado na estratégia de marketing.

Uma dica: canvas da comunicação para definir táticas.

Uma ótima ferramenta para auxiliar você a desenvolver o plano tático é o  Canvas da Comunicação que desenvolvemos aqui na Otimifica. Ele ajuda a ter clareza do direcionamento tático das suas estratégias de marketing e comunicação. Baixe aqui!

canvas de comunicação

Por que as pessoas confundem estratégias de marketing com táticas?

Em algum momento da última década, com o influxo de novas tecnologias, plataformas de redes sociais e canais on-line, o marketing se tornou cada vez mais focado e apaixonado por táticas.

Uma das razões para isso acontecer tanto é pelo impacto do “faça você mesmo” nas redes sociais e da simplificação dos processos de criação de conteúdo e anúncios na internet e em ferramentas como o Facebook.

Só que Facebook não é uma estratégia.

O Facebook é uma ferramenta que possibilita que as empresas se comuniquem e engajem mais facilmente com seu público de interesse. Porém, ele não representa uma estratégia completa. Ele é uma tática ou uma sequencia de ações, que deve fazer parte de um todo que precisa estar sincronizado.

Quando você tem clareza do plano tático fica fácil escolher os caminhos onde as suas ações vão seguir: AdWords, redes sociais, blogs, mala direta, email marketing, ebook, landing page — estes são exemplos de táticas.

Peça a alguém ligado a marketing e tecnologia falar sobre o cenário atual e certamente você vai ouvir sobre inbound marketing, growth hacking, crescimento exponencial, mobile marketing, chat bots, Internet das coisas, marketing preditivo, Big Data, realidade virtual, realidade aumentada, etc.

Tudo isso são táticas.

Para algumas empresas, essas táticas apresentam oportunidades e devem ser parte de seu plano. Mas existe um perigo real quando essas coisas são discutidas como se fossem estratégias, porque elas se tornam o ponto de partida para os planos de marketing, enquanto a estratégia real oficial, fica de fora. E isso é exatamente o que está acontecendo em muitas empresas com as quais trabalhamos na Otimifica.

As pessoas gostam de pensar que ao usar a palavra “estratégia” muitas vezes, elas parecerão mais estratégicas – falar em “estratégia” dá um ar de inteligência, não é? Só que apresentar táticas como estratégia desmotiva, pois o resultado não aparece como se gostaria, além de gerar questionamentos sobre a eficácia do trabalho de marketing e sobre a reputação de quem está no comando dele.

Sim, a gama de táticas disponíveis está mudando e são dignas de atenção, estudo e consideração. Mas é importante lembrar que a jornada do cliente tem um princípio básico que não mudou e não mudará ao longo dos séculos: o marketing consiste em empacotar e posicionar as suas soluções de novas maneiras para chegar mais facilmente na frente dos potenciais compradores.

Importante: uma estratégia não é uma lista de táticas. 

Embora as estratégias possam ter uma variedade de formatos, não há estratégia se as táticas não estiverem ligadas a comportamentos e processos documentados.

 Lembre-se que o marketing digital tem base tecnológica e, como tal, precisa de processos claros para funcionar — exatamente como um software.

O que levar em consideração ao desenvolver estratégias de marketing:

Um bom documento de estratégia responderá às perguntas:

  • A quais objetivos de negócio os objetivos de marketing se relacionam?
  • Quem são as suas personas?
  • Quem são seus concorrentes e o que você sabe sobre eles?
  • Com base nisso, quais mensagens, táticas e canais você deve usar?
  • Qual é o plano de ação, cronograma e responsáveis pela execução para maximizar a eficiência de cada tática?
  • Quais são os resultados esperados?
  • Quais métricas e indicadores serão usadas para medir os resultados em relação aos seus objetivos?

Aqui na Otimifica nós trabalhamos da seguinte forma:

  • iniciamos os planejamentos descobrindo o índice de maturidade digital de cada cliente;
  • a seguir, analisamos a reputação digital;
  • seguimos em entrevistas com os clientes para a definição das suas personas;
  • realizamos uma análise competitiva do seu Google Analytics e também de dados existentes na empresa, que informam o seu posicionamento, mensagens e branding e;
  • finalmente, definimos as suas táticas, os mecanismos pelos quais a estratégia é executada.

A principal diferença do INBOUNDPR para o Inbound Marketing, e o que torna as duas metodologias complementares, é conectar o propósito e as pessoas a partir dos objetivos de negócio da organização, para, então, gerar leads.

Embora pareça óbvio, são raras as empresas, ainda, que conseguem ter clareza sobre o impacto de uma correta análise dos objetivos da gestão sobre a criação de objetivos, estratégias, táticas e planos de ação de marketing.

Estude, informe-se e cuidado com o excesso de uso da palavra estratégia!

O marketing está cheio de estrategistas digitais, estrategistas de mídia social, estrategistas de inbound, estrategistas de PPC e estrategistas de publicidade do Facebook. Não faltam cursos sobre estratégias de Redes Sociais, Conteúdo, etc.

Se você tem uma empresa pequena, com recursos preciosos e limitados, não pode dar ao luxo de investir tempo e dinheiro em táticas mal definidas, mascaradas como estratégias. E se você é gerente de marketing de uma grande empresa e ainda confunde uma coisa com a outra, pode ter certeza: a conta vai chegar e a cobrança do resultado do seu trabalho também.

Então, na próxima vez que alguém recomendar uma “estratégia” para o seu negócio, reflita e questione essa palavra. O que torna a proposição realmente estratégica? Como isso ajuda você a alcançar seus objetivos? O investimento exigido para esta estratégia cabe no seu orçamento, é proporcional ao que você já investiu no seu negócio?

Se essas respostas não forem claras, desenvolva o seu negócio, busque benchmarks e questione os caminhos. Nenhuma tática acerta de primeira, mas quando alinhada de fato com a estratégia as chances de desperdício de dinheiro se resumem praticamente a zero.

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